sábado, 3 de janeiro de 2009

Começa mais um ano - 2009

Vamos ver se dou continuidade às postagens neste espaço. Depois de dar uma mexida no visual vou arranjar coragem e postar algumas ideias e opiniões. Fiquem a vontade para interagirem mandando seus comentários.
Este espaço poderá se transformar num lançar de coisas que passam pela minha cabeça e que estão acontecendo comigo. Nunca esquecendo de que o que irá nortear a motivação é aquilo que está aí no título e descrição deste blog.
Dei uma incrementada no visual disponibilizando a todos as pinturas do artista Van Gogh, coisa que acho legal. Gosto muito de seus quadros. Até já postei (aqui) tendo como referência este artista. Também "descolei" esses carros clássico. Aos poucos vou descobrindo estas coisinhas e se me interessarem vou adicionando-as.
A nova citação deste blog, trás Santo Agostinho, o sistematizador da doutrina cristã. Estou lendo o volume de Os Pensadores referente a este personagem. Vamos ver onde isso vai parar - ou vai continuar por muito tempo.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Sistema Operacional livre como hobby


Há três meses tornei-me usuário do sistema operacional denominado Linux, mais precisamente da distribuição Ubuntu.
Estou impressionado com as possibilidades dessa decisão!
Adquiri um novo computador de uma destas lojas de informática que proliferam pelo Brasil.
O sistema operacional instalado era o Linux. Mas não o Ubuntu. Outro.
Sem o Windows, o pessoal lá de casa reclamou.
Então, com paciência, mostrei as diferenças e as vantagens.
Mas ainda, as vezes, há necessidade de fazer alguma coisa lá com o Windows.
Então descolei a solução em Linux mesmo: máquina virtual que o roda o sistema desejado.
Com apenas um apertar no rato (mouse), muda-se para o outro sistema.
Veja acima como é o visual (desktop) do micro aqui de casa.

Para saber mais sobre Ubuntu, aperte aqui e aqui.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Renova-se Agora!


Quando despertamos do sono e regressamos novamente para o mundo da realidade, descobrimos aí um novo eu renascido. O Ano Novo é realmente a hora da renovação. A alvorada do Ano Novo é o momento em que nossa mente esta totalmente purificada. Agora, nesse momento, pensemos em coisas boas! Planejemos coisas boas agora! No dia 1º de janeiro está a chave para decidir a sorte do ano todo.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Como ser político?

Todo dia alguém reclama da qualidade dos nossos políticos e da incompetência dos nossos governantes. Alguém nos consola dizendo que cada povo tem o governo que merece. Na verdade, não incentivamos nossos jovens a serem políticos, não ajudamos os mais competentes a se elegerem, tampouco sabemos onde fica a sede do partido de políticos em quem votamos, nem conseguimos identificar quem poderia ser um político competente no futuro.
Obrigatoriamente, entretanto, comparecemos às urnas a cada pleito.
Se perguntarmos a 100 universitários que profissão escolheram a maioria responderá outra diferente a da carreira de político.
Para melhorar o Congresso de um país e tornar a nação séria e respeitada a carreira de político deve atrair os melhores cidadãos da sociedade. Desde o tempo de Platão já havia esta constatação.
A carreira de político tem sido pouco interessante, deixando de atrair os jovens e a renovação que percebemos deixa a desejar.

Temos que fazer algo.

Existem excelentes políticos no congresso, mas precisamos aumentar seu número.
Por que não se criam programas que insentivem os melhores alunos, secundaristas, com as melhores notas,
escolhidos pelos colegas entre os representantes de classe ou do grêmio, das escolas de cada Estado a participarem, por exemplo, durante três semanas, dos bastidores do poder, ouvindo as discussões e as fofocas de plenário e depois retornarem à terra natal para serem substituídos por outros cinqüenta estudantes?
Muitos perceberiam que há algo muito bem mais nobre na vida do que ser médico ou engenheiro. Em vez de se tornarem grandes administradores, ou financistas, alguns desses melhores e brilhantes alunos optariam pela carreira de políticos e escolheriam a faculdade apropriada.
Um projeto desses custaria menos de 100.000 reais por mês em alojamento e alimentação, e outros tantos de passagem de avião. Algo que a Fiesp ou outra organização civil há muito tempo deveria ter patrocinado pois, economizaria para a nação bilhões em impostos a longo prazo.
Um programa assim precisaria de algumas adaptações ou ser diferente. Poderíamos enviar o melhor aluno junto com o mais político. Ambos aprenderiam um pouco do outro - o estudioso a ser mais político, e o político a ser mais estudioso. Dezenas de outras idéias terão de ser desenvolvidas e implantadas para ajudar a melhorar o atual quadro político.

Fazendo a Diferença


Segue abaixo texto de Stephen Kanitz, administrador de Harvard.

Volto depois.

"Ser rico, famoso ou poderoso tem sido o objetivo da maioria das pessoas, mas sempre falta algo. Recentemente, ouvi sobre uma nova postura ética de sucesso, que vale a pena resumir aqui, porque na época ninguém noticiou.
Numa reunião no World Economic Forum, em Davos, o local onde o mundo empresarial se reúne uma vez por ano em janeiro, um empresário que acabava de fazer um tremendo negócio foi convidado numa das várias sessões a expor suas idéias.
Primeiro perguntaram como ele se sentia, subitamente um bilionário. Sem pestanejar um único minuto, ele afirmou que o dinheiro não lhe pertencia, e que doaria toda sua fortuna a instituições beneficentes.
"Sou simplesmente fruto do acaso, tenho os genes certos e estou no momento certo, no setor certo. É difícil falar em 'mérito' numa situação dessas."
"Se eu, o Bill Gates aqui presente, ou então o Warren Buffett, tivéssemos nascido 2.000 anos atrás, nenhum de nós teria tido o porte atlético necessário para se tornar um general do Império Romano, posição de destaque equivalente à nossa, na época. Teríamos sido trucidados na primeira batalha."
Alguns seres humanos sempre estarão momentaneamente mais adequados ao ambiente que os outros e receberão, portanto, melhores salários, apesar do esforço dos demais.
A idéia da meritocracia, tão decantada pela direita conservadora como justificativa para a sua riqueza, cai por terra se levarmos em consideração a nova teoria de que somos todos frutos do acaso genético das interpolações do DNA de nossos pais.
Se nossos genes são mero acaso da variação genética, falar em QI, mérito, proeza atlética e se achar merecedor de 100% dos ganhos que esses atributos nos proporcionam não faz mais muito sentido. O que há de meritocrático em ter os genes certos?
Ninguém está sugerindo o outro extremo de salários iguais para todos, porque toda sociedade precisa incentivar os que se esforçam mais, os que trabalham melhor e especialmente os que assumem riscos e têm a coragem de inovar.
O que essa nova postura sugere delicadamente é uma maior humildade e generosidade daqueles que ganham fortunas por ter uma inteligência superior, um porte atlético avantajado ou um talento excepcional. Por trás de toda "fortuna" existe um elemento de sorte, muito maior do que os "afortunados" gostariam de admitir.
Mas a frase que mais tocou a platéia estarrecida foi esta: "Mesmo doando toda a minha fortuna", disse o empresário, "continuará a existir uma enorme injustiça social no mundo. Eu terei tido um privilégio que muitos não terão. O privilégio de ter feito uma diferença com o meu trabalho e minha vida."
Segundo essa visão, o mundo é dividido entre aqueles que fizeram ou não uma diferença com sua vida, o dinheiro não é o objetivo final. E existem inúmeras maneiras de fazer uma diferença, desde inventar coisas, gerar empregos, criar produtos, até ajudar os outros com o dinheiro obtido.
Aproximadamente 55% dos empresários americanos não pretendem legar sua fortuna aos filhos. Acham que estariam estragando sua vida gerando playboys e um bando de infelizes. Percebem que o divertido na vida é chegar lá, não estar lá. Ser filho de empresário e receber de mão beijada uma BMW, um Rolex e uma supermesada não é o caminho mais curto para a felicidade. Muito pelo contrário, é uma roubada.
Por isso, os ricos de lá criaram instituições como a Fundação Rockfeller, a Fundação Ford, a Fundação Kellogg, a Fundação Hewlett. No Brasil, estamos muito longe de convencer os empresários a fazer o mesmo, razão pela qual sua fortuna provavelmente virará mais um imposto. O imposto sobre herança.
O segredo da felicidade, portanto, não é ganhar dinheiro, que a maioria acabará perdendo de uma forma ou de outra. O segredo é ter feito uma diferença."

Voltei. É uma ilusão pensar que a riqueza material que administramos seja nossa. Não existe nada que possa ser considerado "nosso". Quando pensamos "Isto é meu", estamos fechando a comporta da nossa mente e impedindo o fluir da provisão infinita.
Não existe uma pessoa sequer que se sustente com sua própria riqueza; ou que salve os pobres com sua própria riqueza; ou que consiga ajudar a construir uma igreja ou templo com sua própria riqueza. É Deus e somente Deus que derrama sobre nós a Sua riqueza infinita, como manifestação do Seu amor! Este Universo é de Deus, este mundo é de Deus, as riquezas deste mundo são de Deus! E os seres humanos deste mundo são todos manifestações de Deus, que nasceram como filhos de Deus para, unidos, reproduzir na Terra a imagem do reino de Deus.


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segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Só vai gostar se for até o fim...Prometo!

Um amigo me manda notícias da Europa. Volto depois.

"Já vai para 16 anos que estou aqui na Volvo, uma empresa sueca.Trabalhar com eles é uma convivência, no mínimo, interessante. Qualquer projeto aqui demora 2 anos para se concretizar, mesmo que a idéia seja brilhante e simples. É regra.
Então, nos processos globais, nós (brasileiros, americanos, australianos, asiáticos) ficamos aflitos por resultados imediatos, uma ansiedade generalizada. Porém, nosso senso de urgência não surte qualquer efeito neste prazo.
"Os suecos discutem, discutem, fazem "n" reuniões, ponderações. E trabalham num esquema bem mais "slow down". O pior é constatar que, no final, acaba sempre dando certo no tempo deles com a maturidade da tecnologia e da necessidade: bem pouco se perde aqui.
E vejo assim:
1. O país é do tamanho de São Paulo;
2. O país tem 2 milhões de habitantes;
3. Sua maior cidade, Estocolmo, tem 500.000 habitantes (compare com Curitiba, que tem 2 milhões);
4. Empresas de capital sueco: Volvo, Scania, Ericsson, Electrolux, ABB, Nokia, Nobel Biocare... Nada mal, não?
5. Para ter uma idéia, a Volvo fabrica os motores propulsores para os foguetes da NASA.
Digo para os demais nestes nossos grupos globais: os suecos podem estar errados, mas são eles que pagam muitos dos nossos salários. Entretanto, vale salientar que não conheço um povo, como povo mesmo, que tenha mais cultura coletiva do que eles. Vou contar para você um breve fato só para dar noção.
A primeira vez que fui para lá, em 90, um dos colegas suecos me pegava no hotel toda manhã. Era setembro, frio, nevasca.. Chegávamos cedo na Volvo e ele estacionava o carro bem longe da porta de entrada (são 2.000 funcionários de carro). No primeiro dia não disse nada, no segundo, no terceiro... Depois, com um pouco mais de intimidade, numa manhã, perguntei:
-"Você tem lugar demarcado para estacionar aqui? Notei que chegamos cedo, o estacionamento vazio e você deixa o carro lá no final."
Ele me respondeu simples assim:
-"É que chegamos cedo, então temos tempo de caminhar - quem chegar mais tarde já vai estar atrasado, melhor que fique mais perto da porta. Você não acha?"
Olha a minha cara! Ainda bem que tive esta na primeira. Deu para rever bastante os meus conceitos.
Há um grande movimento na Europa hoje, chamado Slow Food. A Slow Food International Association - cujo símbolo size=2> , é muito interessante. O que o movimento Slow Food prega é que as pessoas devem comer e beber devagar, saboreando os alimentos, "curtindo" seu preparo, no convívio com a família, com amigos, sem pressa e com qualidade.
A idéia é a de se contrapor ao espírito do Fast Food e o que ele representa como estilo de vida em que o americano endeusificou.
A surpresa, porém, é que esse movimento do Slow Food está servindo de base para um movimento mais amplo chamado Slow Europe como salientou a revista Business Week numa edição européia. A base de tudo está no questionamento da "pressa" e da "loucura" gerada pela globalização, pelo apelo à "quantidade do ter" em contraposição à qualidade de vida ou à "qualidade do ser".
Segundo a Business Week, os trabalhadores franceses, embora trabalhem menos horas (35 horas por semana) são mais produtivos que seus colegas americanos ou ingleses. E os alemães, que em muitas empresas instituíram uma semana de 28,8 horas de trabalho, viram sua produtividade crescer nada menos que 20%. Essa chamada "slow atitude" está chamando a atenção até dos americanos, apologistas do "Fast" (rápido) e do "Do it now" (faça já).
Portanto, essa "atitude sem-pressa" não significa fazer menos, nem ter menor produtividade. Significa, sim, fazer as coisas e trabalhar com mais "qualidade" e "produtividade" com maior perfeição, atenção aos detalhes e com menos "stress".
Significa retomar os valores da família, dos amigos, do tempo livre, do lazer, das pequenas comunidades, do "local", presente e concreto em contraposição ao "global" - indefinido e anônimo. Significa a retomada dos valores essenciais do ser humano, dos pequenos prazeres do cotidiano, da simplicidade de viver e conviver e até da religião e da fé. Significa um ambiente de trabalho menos coercitivo, mais alegre, mais "leve" e, portanto, mais produtivo onde seres humanos, felizes, fazem com prazer, o que sabem fazer de melhor."

Voltei.
Gostaria de que você pensasse um pouco sobre isso...
Será que os velhos ditados "Devagar se vai ao longe" ou ainda "A pressa é inimiga da perfeição" não merecem novamente nossa atenção nestes tempos de desenfreada loucura?
Será que nossas empresas não deveriam também pensar em programas sérios de "qualidade sem-pressa" até para aumentar a produtividade e qualidade de nossos produtos e serviços sem a necessária perda da "qualidade do ser"?
No filme "Perfume de Mulher" - cujo trecho está ali abaixo, eu sei, é longo e está em inglês - há uma cena inesquecível, em que um personagem cego, vivido por Al Pacino, tira uma moça para dançar e ela responde:
- "Não posso, porque meu noivo vai chegar em poucos minutos."
-"Mas em um momento se vive uma vida" - responde ele, conduzindo-a num passo de tango.
Esta cena é o momento mais bonito do filme. Algumas pessoas vivem correndo atrás do tempo, mas parece que só alcançam quando morrem enfartados, ou algo assim. Para outros, o tempo demora a passar; ficam ansiosos com o futuro e se esquecem de viver o presente, que é o único tempo que existe.
Tempo todo mundo tem, por igual! Ninguém tem mais nem menos que 24 horas por dia. A diferença é o que cada um faz do seu tempo. Precisamos saber aproveitar cada momento, porque, como disse John Lennon: "A vida é aquilo que acontece enquanto fazemos planos para o futuro"...

Parabéns por ter lido até aqui!

Muitos não lerão este post até o final, porque não podem "perder" o seu tempo neste mundo globalizado. Pense e reflita, até que ponto vale a pena deixar de curtir sua família. De ficar com a pessoa amada, ir pescar no fim de semana ou outras coisas... Poderá ser tarde demais! Saber aprender para sobreviver.

Divulgue este Blog aos seus amigos, se tiver tempo.


domingo, 11 de novembro de 2007

A barata e Dona Maria

Todo mundo já revirou as gavetas ou caixas em que se guardam coisas. Lá em casa não é diferente. Limpar as gavetas volta e meia é um ato que sempre deixamos prá depois, hoje não, um dia quem sabe... Bugiganga é sabido que lá tem e barata também. Barata? Sim. Das mais velhas, grandes e rápidas até as mais novinhas igualmente rápidas. Dona Maria levantou decidida aquela manhã. No meio da limpeza correu para o telefone e ligou para o serviço do marido. O marido tentou consolá-la dizendo:” Veja, Maria, olha teu tamanho perto do bichinho! Bata com alguma coisa nela. Depois é só pegá-la e colocáque-a na lata de lixo; já estará livre então”. É corriqueiro o medo que temos das baratas. Para conhecer um pouco mais sobre baratas, clic aqui .

Isto te comove?


Naquela época não havia a instantaniedade de hoje quanto a divulgação da própria arte. Apenas um traço de certeza da imortalidade. Claro, se fosse algo comovente. Estou me referindo ao pintor holandês Vincent Van Gogh, expoente do impressionismo e pós-impressionismo.
Acima a imagem que localizei no meu antigo PC . Vejamos que leitura podemos depreender desta tela. Há três planos bem distintos: ao fundo, céu carregado e montanha coberta de neve. Ao centro, uma construção vista pelos fundos; detalhe que me salta aos olhos é a porta aberta e dá entrada para um ambiente verde. No primeiro plano, girassóis – um fascínio deste gênio – cujo detalhe é a expressão de reverência ao observador como se do lado de cá estivesse a fonte de luz – o sol.
Observo, no entanto, que a projeção da fonte de luz está noutra origem contrariando aquilo que a flor deveria fazer: girasol.
Humm...
Comente o que te comove nesta imagem!

Dando o pontapé inicial


As estações do ano sempre foram um mistério para o homem antigo. Aproveitando-se do senso de observação tirou proveito para o seu sustento; foi mais além. Estudou e descobriu um pequeno detalhe: a distribuição deve-se ao exio de rotação da Terra que é levemente inclinado ao Sol. Na imagem acima, uma pitangueira denunciando a estação das frutas: a primavera.
O homem também passa por diferentes “estações” ao longo de sua vida representadas pelas alegrias, amarguras, fracassos ou vitórias.
Qual será a inclinação de seu “eixo”? Existe tal eixo? Há inclinação ou não e em relação a quem? Pois bem, o que pode-se descobrir com as leituras da madrugada além dessas e outras questões desconhecidas?
Aventuro-me a postar meus pensamentos, opinião e tudo aquilo pode fazer sentido para mim aqui neste Blog.
Há mais de 80 milhões de páginas na internet (confira aqui). Sem dúvida é uma grande "magazine eletônica". No entanto, o que será postado aqui poderá vir de outras fontes, afinal neste entre e sai de estações, com o passar dos anos, o que poderá se encontrar por entre os detalhes?
Convido-o a adicionar mais esta ao seus Favoritos.
Ficarei feliz se meus leitores postarem seus comentário.
Sejam bem-vindos.